
A Comunidade Armênia Católica de São Paulo foi fundada em 1935. Naquele ano era chamada de “Capelania da Missão Armênia Católica”. O nascimento da Comunidade se deu devido aos pedidos feitos pelos fiéis armênios radicados no Brasil desde 1923, em sua maioria de Marach, região da Armênia. O Patriarca Avedis Arpiarian, Arcebispo de Marach, foi quem atendeu os pedidos e enviou primeiro padre a São Paulo, o Rev. Pe. Vicente Davidian, proveniente do Egito. Contribuíram para a criação da Comunidade, o senhor Serop Efendi Kherlakian junto ao Cardeal Vasconcelos Motta, então Arcebispo de São Paulo. De 1935 a 1966, os fiéis armênios católicos tiveram como sede provisória a Igreja de São Cristóvão da Luz, à Avenida Tiradentes, 84, São Paulo.
Depois de 14 anos servindo a Comunidade, Pe. Vicente foi transferido para o Rio de Janeiro em 194

Quem sucedeu ao Pe. Vicente em São Paulo foi o Sr. Pe. Gabriel Chadarevian, de Alepo, na Síria, tomando posse em 17 de setembro de 1950, na mesma igreja de São Cristóvão. Em 06 de outubro daquele ano criou-se a 1ª Diretoria da Missão Armênia Católica de São Paulo, visando construir uma igreja.
Em 14 de agosto de 1954 oficializou-se o nome de Missão Armênia Católica de São Paulo. Neste período intensificou-se as negociações para aquisição de um terreno para construção da igreja na Avenida Tiradentes, 718, o que se concretizou mais tarde. Em dezembro de 1966 o Pe. Gabriel Chadarevian foi transferido ao Rio de Janeiro.

O Clemente Maldjian assumiu a Missão e logo tratou de dar início às obras de construção da igreja. A criação da Paróquia Armênia Católica São Gregório Iluminador ocorreu em 13 de fevereiro de 1969. Pe Clemente foi transferido para Roma e, em seu lugar, retornou o Pe. Gabriel Chadarevian. Este ficou por um ano, sendo substituído por Pe Joseph Chadarevian, o qual deu prosseguimento às obras de construção da paróquia.
Neste período chegaram as irmãs armênias concepcionistas

Em 1971, a Paróquia Armênia Católica estabeleceu-se em sua sede definitiva na Avenida Tiradentes, 718, no bairro da Luz, em São Paulo. Em 1976, foi solenemente consagrada a São Gregório Iluminador pelo Núncio Apostólico Dom Cármine Rocco.
Após o afastamento do Pe. Joseph por motivos de saúde, em 1977, Monsenhor Nechan Karakeheyan assumiu a paróquia em 1978. Anos depois, a chegada de religiosas armênias possibilitou a fundação da Escola Armênia São Gregório Iluminador, inaugurada por Dom Vartan em 8 de fevereiro de 1983.
Em 1990, as Irmãs Armênias da Imaculada Conceição, Ir. Genoveva Davidian e Ir. Zabel Arzrouni, assumiram a direção da escola, fortalecendo sua missão educacional e cultural.

Monsenhor Nechan administrou com zelo a paróquia. Uma de suas primeiras ações foi a de reformar os estatutos da paróquia, os quais depois de serem aprimorados foram aprovados pelo Cardeal Eugênio Sales, Ordinário dos Católicos de Rito Oriental. Foi nesse período, em 03 de julho de 1981, que o Santo Padre, São João Paulo II criou o Exarcado Apostólico Armênio da América Latina, designando como responsável, o Pe. Waldir Boghossian, salesiano do Matogrosso. Boghossian foi nomeado bispo em 12 de dezembro de 1981, e acrescentou como primeiro nome: Vartan.

Padre Paulo Hakimian assumiu a paróquia em 1º de setembro de 1985. Teve um trabalho primoroso nas festividades dos Cinquentenário da Paróquia. Mas, por não se ambientar a cidade, retornou a Buenos Aires, um ano depois de sua posse, em setembro de 1986.

O Padre Antonio Ketchedjian, sacerdote salesiano, natural e residente no Uruguai, assumiu a Paróquia Armênia Católica de São Paulo a pedido de Dom Vartan. Durante seu período de atuação, dedicou-se ao atendimento pastoral da comunidade, fortalecendo a vida religiosa e contribuindo para a continuidade da missão da Igreja Armênia Católica junto aos fiéis.

O Padre Gomidas Beudjekian exerceu seu ministério como sacerdote responsável pela Paróquia Armênia Católica de São Paulo entre os anos de 1992 e 1995. Durante sua atuação pastoral, dedicou-se ao fortalecimento da comunidade armênia católica, promovendo a vida espiritual, a preservação das tradições religiosas e a união dos fiéis, deixando uma importante contribuição para a história da paróquia.